A mandiocultura e seus valores

O que antes era visto como cultura de subsistência, hoje é resgatada sob novo olhar pelo mercado. Segundo Joselito Mota, pesquisador da Embrapa, a cultura da mandioca está sendo redescoberta depois de 500 anos de descobrimento de Brasil. No início os Portugueses preferiam os derivados da mandioca por serem mais saudáveis.
Para a economia da região Sudoeste, investimentos nessa área poderão agregar valor e geração de emprego e renda. Segundo Dácio Filardi, consultor da Fundação Banco do Brasil, quase 100% da Fécula Industrializada da Bahia vem de outros estados e que na região é produzida apenas a fécula artesanal em pequenas indústrias.
Promover a cultura da Mandioca como forma de promover a inclusão social e sustentável das famílias agricultoras é o principal objetivo da Coopasub. A cooperativa e seus parceiros acreditam no mercado promissor da mandiocultura, visto que no setor alimentício, por exemplo, é utilizada em produtos como: biscoito, pão, lingüiça, enlatados, barra de cereais, pudim, sorvete, lazanha, entre outros. Além desse setor, a raiz de mandioca, se for modificada por meio de tecnologias, pode também ser utilizada nas indústrias: farmacêutica, têxtil, celulose, plástico biodegradável, petroquímica, ciderúrgica, cola e outros.

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