Avança projeto do abatedouro de frangos no Mato Grosso

À esquerda, Lucio visita instalações; à direita, representante da Unisol junto do presidente da Coopercint, Benedito de Faria

À esquerda, Lucio visita instalações; à direita, o representante da Unisol junto do presidente da Coopercint, Benedito de Faria


O mini abatedouro de frangos do Cinturão Verde do bairro Pedra 90, em Cuiabá (MT), está mais próximo de começar a funcionar. Em reunião no último dia 19, que contou com a presença de representantes da Coopercint (Cooperativa de Produtores do Cinturão Verde do Pedra 90), da Unisol Brasil e da Associação Mato-grossense dos Municípios, foi discutido o projeto para licenciamento ambiental do empreendimento.
Segundo o articulador da Unisol Brasil no Mato Grosso, Geraldo Lúcio, a Associação dos Municípios vai apresentar em 30 dias um novo plano para obtenção da licença. O último documento não foi aprovado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Mato Grosso.
“Um dos pontos questionados pela secretaria foi o volume de material que será descartado. A Associação se comprometeu a refazer os cálculos”, destaca o articulador da Unisol.
“Outro ponto em que houve problema foi em relação à empresa que iria fazer a retirada de vísceras e penas. No entanto, já fizemos contato com uma firma que pode retirar esse material do abatedouro”, completa Lúcio.
O projeto do local teve início em 2009. Apesar de estar pronto, o empreendimento depende do licenciamento ambiental para poder operar. A expectativa do articulador é de que, caso o projeto receba o aval do estado, o espaço esteja em operação a partir de novembro.
Quando estiver em funcionamento, o abatedouro irá atender as 30 famílias ligadas à Coopercint, com uma capacidade de abater até 700 frangos por dia.

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