Brasil vai sediar o 2º Fórum Mundial de Economia Solidária

O presidente da Unisol Brasil, Arildo Mota (primeiro à esquerda), durante plenária no Uruguai

O presidente da Unisol Brasil, Arildo Mota (primeiro à esquerda), durante plenária no Uruguai


O Brasil vai sediar o 2º Fórum Mundial de Economia Solidária, de 11 a 14 de julho, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. A informação consta no relatório apresentado pela delegação brasileira na 33ª Reunião Plenária das Cooperativas Especializadas do Mercosul , realizada na quarta-feira, dia 26 de junho, em Montevidéu, no Uruguai.
Além de brasileiros, o evento contou com a participação de representantes argentinos, uruguaios e venezuelanos. Na ocasião, inclusive, a Presidência Pro Tempore da RECM (Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul), que estava nas mãos do Uruguai, foi transmitida para a Venezuela.
O presidente da Unisol, Arildo Mota Lopes, participou da plenária e destacou as perspectivas promissoras para o cooperativismo nos países do Mercosul. “Estamos caminhando para avançar com a Venezuela e com outros países que pretendem aderir ao Mercosul. No cooperativismo, caminha bem a interação entre os governos e a sociedade civil e há grandes expectativas para em breve lançarmos o FCOOP Mercosul (Fundo das Cooperativas do Mercosul)”, comentou.
Durante a plenária, presidência Pro Tempore foi transmitida à Venezuela

Durante a plenária, presidência Pro Tempore foi transmitida à Venezuela


O encontro também serviu para acerto de detalhes do Encontro de Cooperativas da Tríplice Fronteira, marcada para os dias 29 e 30 de julho, na cidade de Bella Unión, no departamento de Artigas, no Uruguai. Todas as delegações presentes apresentaram relatórios de atividades, inclusive a Presidência Pro Tempore do Uruguai.
Fundo – Em relação à criação do Fundo das Cooperativas do Mercosul, as delegações trocaram opiniões sobre a situação atual e futura em cada país. O Brasil indicou que o tema tem sido discutido em diferentes ministérios, deixando claro o interesse do país na promoção do programa. O fundo serviria para financiar projetos relacionados às cooperativas e fomentar o desenvolvimento da intercooperação, com prioridade a empreendimentos que podem ser executados em áreas de fronteiras.

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