Debate sobre feminismo, shows e alimentação vegana agitam evento em São Paulo no dia 08 de março

Nesse domingo, 8 de março, quando se comemora o ‘Dia Internacional da Mulher’, acontecerá o evento ‘Hardcore nas Ruas’, projeto que reúne debates sobre o feminismo, um mini bazar vegano com empreendimentos e empreendedores de produtos veganos, bandas de rap, metal e hardcore e oficinas. O acesso é gratuito e as atividades serão na praça localizada em frente ao Largo do São Francisco, no centro de São Paulo.
A Unisol Brasil e Unisol São Paulo, apoiadoras do evento, convidam a você leitor ou leitora do site, para ocupar os espaço públicos da cidade paulista! É mais um acontecimento da Economia Solidária fortalecendo a produção cultural independente.
A  organização é do Coletivo Hardcorenasruas.
Sobre o feminismo
Feminismo não prega ódio, feminismo não prega a dominação das mulheres sobre os homens. Feminismo clama por igualdade, pelo fim da dominação de um gênero sobre outro. Feminismo não é o contrário de machismo. Machismo é um sistema de dominação. Feminismo é uma luta por direitos iguais.
Outra coisa importante: nem todas as feministas estão de acordo a respeito de todos os tópicos. Cada um constrói seu feminismo. Como disse a Tavi Gevinson, a jovem editora da RookieMag, em uma palestra do TEDxTeen, o feminismo não é um livro de regras, mas uma discussão, uma conversa, um processo. E cada um tem o seu.
O que é veganismo? 
Veganismo é um estilo de vida que busca excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração contra os animais na alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade. Assim, um vegan:
– Não come alimentos de origem animal, carnes de todas as cores e tipos, ou que contenham qualquer resíduo: leites, queijos, salsichas, ovos, mel, banha, manteiga, entre outros;
– Não veste roupas ou sapatos feitos de animais: couro, seda, lã, etc;
– Evita o consumo de cosméticos e medicamentos testados em animais ou que contenham componentes animais na formulação: sabonetes feitos de glicerina animal, maquiagem contendo cera de abelha, xampu com tutano de boi, etc;
– Não apóia diversões contendo exploração animal, como rodeio, circo com animais, rinhas, etc;
– Profissionalmente não trabalha com exploração animal (vivo ou morto), como venda de animais em pet shop, lojas de aquário ou gaiolas para passarinhos, venda de qualquer produto que contenha derivado animal (p.ex. bolsas e sapatos de couro), restaurante que utilize animais ou seus resíduos corporais como comida, dentre outras atividades.
Fontes: Site Veganismo.org.br, Carta Capital (Clara Averbuck) e Leo Pinho, da Unisol SP e BR.

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