Fundação Banco do Brasil e BNDES assinam acordo histórico na Cúpula dos Povos

Na tarde de ontem, segunda-feira (18), no Aterro do Flamengo, o estande da Fundação Banco do Brasil na Cúpula dos Povos foi palco da assinatura do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira e do primeiro contrato da parceria Fundação BB e BNDES – Fundo Amazônia.
O BNDES é gestor do Fundo Amazônia, cujos recursos são constituídos por doações de instituições, como o Governo da Noruega, Banco de Desenvolvimento da Alemanha KfW, Petrobras e empresas. Com a assinatura do acordo e do contrato, 15 milhões do Fundo Amazônia e 10 milhões da Fundação BB já ficam comprometidos para uma ação conjunta das instituições. Em cinco anos, a parceria prevê um total de 100 milhões de investimentos sociais na região do Bioma Amazônia.
Participaram da solenidade de celebração da parceria Jorge Streit, presidente da Fundação Banco do Brasil; Guilherme Lacerda, diretor da área de Meio Ambiente, Infraestrutura Social e Agropecuária Inclusão Social do BNDES; Robson Rocha, vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil; representantes dos movimentos sociais Movimento Nacional dos Catadores -MNCR e Articulção do Semiárido – ASA; colaboradores da Fundação BB; e integrantes de diferentes movimentos sociais presentes da Cúpula dos Povos, que lotaram o estande.
O diretor Guilherme Lacerda, em discurso, disse a Cúpula dos Povos pode ser realmente uma oportunidade de encontro, de descoberta e de fortalecimento de todos os valores sociais do nosso País e de todos os países que a visitam. “O BNDES tem a preocupação de fazer parcerias como essa com a Fundação Banco do Brasil respeitando muito os valores regionais, os valores históricos, os valores sociais”, disse Lacerda .
Para Guilherme Lacerda, em prol do Bioma Amazônia é necessário avançar mais, rumo ao desenvolvimento sustentável da região. “Não basta apenas recurso, não basta apenas dinheiro. É preciso ter respeito, é preciso ter diálogo, é preciso ter esforço de construir um projeto mais amplo” Para o diretor, com a parceria a expectativa é que a Fundação BB ajude a “organizar projetos com entidades que estejam voltadas para fortalecer todos os valores em torno da Floresta Amazônica”.
O Fundo Amazônia é destinado à realização de investimentos na prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e na promoção da conservação e do uso sustentável das florestas do Bioma Amazônia – que contempla todos os municípios do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, e parte dos municípios do Maranhão, Mato Grosso e Tocantins.
Robson Rocha, vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, representando o BB no evento, elogiou a iniciativa: “Essa parceria busca desenvolver e promover o desenvolvimento sustentável da região amazônica e vai levar recursos e favorecer a atividade produtiva daquela região. Por isso, é com muito orgulho que represento o BB e estar aqui hoje junto com vocês é uma grande satisfação. Cada vez mais o Banco do Brasil está sintonizado com a população que precisa de apoio e de iniciativas como essa, para o desenvolvimento sustentável do nosso país”, disse.
Jorge Streit, em discurso, ressaltou a importância da parceria para a região norte do País. “Se vocês olharem o retrato da pobreza no Brasil, vão ver o quanto ela está concentrada na região norte e nordeste, sobretudo em áreas onde o isolamento é maior: nas áreas rurais, nas áreas ribeirinhas, nas aldeias indígenas. Com esses recursos, queremos fazer projetos de atividades produtivas e sustentáveis na Amazônia”. O presidente da Fundação BB destacou ainda a importância da colaboração de instituições como o Banco do Brasil, instituidor da Fundação: “Com a capilaridade que as agencias do BB têm na região, colocada lado a lado ao Exército Brasileiro e Correios, podemos realizar grandes projetos. Estamos começando com 15 milhões do BNDES nesse primeiro ano e mais 10 milhões da Fundação, mas a nossa expetativa é que em cinco anos nós operemos com mais de 100 milhões. Juntos podemos mudar a realidade desses pais.” afirmou Jorge Streit.
Fonte: Fundação Banco do Brasil. 

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