Intersetorialidade: Mola propulsora da Economia Solidária

A Cooperativa Integra (Construção Civil) vem desenvolvendo trabalhos junto a 3 cooperativas do Setorial da Metalurgia – Uniwídia, Metalcoop e Copromem.
 
Segundo o Arquiteto Adelcke Rosseto, cooperado da Integra e coordenador do Setorial da Construção Civil:
 
“Na Uniwidia auxiliamos, até o presente momento, na elaboração do projeto básico e acompanhamos o processo de licenciamento. Na Metalcoop, o trabalho está focado na elaboração do projeto de engenharia e na obra da nova fábrica. Já no caso da Copromem, trabalhamos com o desenvolvimento de layout produtivo, aprovações e licenciamento, projetos básicos e executivos, e gerenciamento de obra, bem como na elaboração de um Plano de Negócios – visando aprovação de financiamento junto ao BNDES.
 
Independente do escopo, a possibilidade de articulação e de interface de trabalhos entre a Integra a Uniwídia, a Metalcoop, e a Copromem é enriquecedora. Através do trabalho técnico de arquitetura, engenharia, e de viabilidade econômica, todos necessários para a viabilização de novas plantas dos respectivos empreendimentos, é possível fortalecer os parceiros, ter contato com outras experiências cooperativas, traçar paralelos e assimilar soluções organizacionais, administrativas e gerenciais de outros empreendimentos auto-gestionários.
 
O fato de uma cooperativa atuar dentro de sua área de trabalho atendendo outra cooperativa é concretizar um princípio cooperativo, e além da militância conjunta do Cooperativismo, potencializar a atuação em rede.”
 
Nesse sentido, completa Arildo Mota Lopes, Diretor-Presidente da UNISOL Brasil:
 
“Uma das estratégias da UNISOL Brasil para o fortalecimento da Economia Solidária e para a melhoria das condições de vida das trabalhadoras e trabalhadores é a articulação dos empreendimentos em redes e cadeias. Esse processo teve seu impulso inicial dentro da UNISOL Brasil com a articulação dos seus primeiros 8 Setoriais: Apicultura, Artesanato, Confecção e Têxtil, Construção Civil, Metalurgia, Reciclagem e Cooperativismo Social.
A integração desses Setoriais já é um passo adiante no sentido da ampliação das possibilidades e potencialidades a serem exploradas pela Economia Solidária no Brasil, e essas primeiras experiências demonstram o quanto ainda há para ser explorado nesse campo.”
 

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