Mudanças e continuidade no Governo Federal

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Gilberto Carvalho (à esquerda) e Miguel Rossetto.


 
O segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff começa com continuidades e mudanças no seu corpo ministerial. Destacamos aqui os ministérios que tem relacionamento com os projetos da Unisol ou que de alguma forma impactam nos projetos desenvolvidos. No ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a ministra Tereza Campello continua o trabalho, e tomou posse nesta quarta-feira, 7, às 11h, para mais um período à frente da pasta. A cerimônia de recondução ao cargo foi realizada no auditório do subsolo do Bloco K da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Campello assumiu pela primeira vez a pasta no dia 1º de janeiro de 2011, no início do primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff. Participou da equipe de transição da primeira gestão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, compôs a coordenação do grupo de trabalho que concebeu o Programa Bolsa Família e foi subchefe adjunta de Articulação e Monitoramento da Casa Civil. Economista, formada pela Universidade Federal de Uberlândia, Campello foi professora do curso de Economia na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), no Rio Grande do Sul.
Na Casa Civil, do governo federal, esteve à frente de projetos prioritários na área de desenvolvimento, como os programas de Produção de Biodiesel, de Etanol e Territórios da Cidadania, além do Plano Nacional de Mudanças Climáticas e do Mutirão Arco Verde, que levou serviços públicos, regularização fundiária e fomento ao desenvolvimento sustentável na Amazônia. Durante sua primeira gestão à frente do MDS, Campello liderou a coordenação do Plano Brasil Sem Miséria, que cumpriu todas as suas metas e teve papel essencial na saída do Brasil do Mapa da Fome das Nações Unidas, em 2014.
Já a Secretaria-Geral da Presidência da República começa uma nova fase com Miguel Rossetto, sociólogo que assumiu no dia 02 de janeiro o cargo antes ocupado por Gilberto Carvalho. Rossetto defende mais avanços no projeto de justiça social desenvolvido pelo Governo Federal nos últimos anos e o fortalecimento das vias de participação popular e dos movimentos sociais e políticos da sociedade civil. Em seu pronunciamento durante a posse, no Palácio do Planalto, ele defendeu a necessidade de uma reforma política para o Brasil que dê maior oportunidade de participação para o povo, ressaltando que todos os cidadãos estejam engajados no crescimento do País e possam usufruir das riquezas geradas.
“Ao reeleger a presidenta Dilma, o povo brasileiro reafirmou um projeto político democrático, popular e voltado à justiça social. É nessa direção que pretendemos avançar para que os direitos sociais e políticos caminhem para a frente e façam com que a população mais pobre ocupe um lugar de protagonismo na definição dos destinos da sociedade brasileira”, afirmou Rossetto.
No seu discurso de despedida, Carvalho relembrou que nos Governos do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma foi iniciado um processo de mudança profundo que remodelou as prioridades do governo a favor das desigualdades sociais e da exclusão de cidadãos. Neste sentido, ele destacou projetos como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Prouni e o Pronatec.
Rossetto é também um dos fundadores do PT e da CUT. Foi eleito deputado federal em 1994 e vice-governador do Rio Grande do Sul na gestão Olívio Dutra. Em 2003, assumiu o Ministério do Desenvolvimento Agrário, onde permaneceu até 2006. De 2008 a março de 2014 foi presidente da Petrobras Distribuidora. Em março do ano passado, retornou ao Ministério do Desenvolvimento Agrário onde permaneceu até setembro de 2014.
Fontes: MDS, MDA e SG-PR.

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