Presidente da Unisol Brasil quer ver América Latina como exemplo para a Europa

O presidente da UNISOL, Arildo Mota Lopes (segunda da esquerda para a direita, em pé), vê o continente como exemplo

O presidente da UNISOL, Arildo Mota Lopes (segunda da esquerda para a direita, em pé), vê o continente como exemplo


O presidente da Unisol Brasil e da Cicopa Américas (Organização Internacional das Cooperativas de Produtores de Serviço Industrial e Artesanal das Américas), Arildo Mota Lopes, afirmou que a América Latina pode ser um modelo de referência para os países europeus em crise.
Na ocasião, Lopes participava, na Bélgica e na Itália, entre 5 e 15 de junho, de conferências com o objetivo geral de contribuir para aumentar a participação das organizações da economia social e solidária no processo de diálogo global sobre estratégias de desenvolvimento. Os eventos foram organizados pela Cicopa em parceria com a Cospe (Cooperação para o Desenvolvimento dos Países Emergentes).
A declaração tem como base a experiência adquirida com as crises sofridas nas décadas de 1980, 1990 e início dos anos 2000. “Aprendemos muito com a Europa, especialmente a partir do movimento cooperativo italiano. Agora temos de tentar trabalhar no sentido inverso”, comentou Lopes.
De forma geral, o discurso do presidente mostrou que o fim da crise no continente sul-americano só foi possível após os países começarem a negligenciar as recomendações de ajuste estrutural. Dessa forma, a Europa corre riscos ao repetir a receita neoliberal aplicada à América Latina nas décadas anteriores.
Lopes também destacou a mudança de direção que vive a América do Sul e o novo rol de oportunidades de desenvolvimento que os empreendimentos de economia solidária têm em mãos, assim como a importância da solidariedade e do intercâmbio entre empresas de economia solidária de todos os países.
“A cooperação internacional está presente na Unisol Brasil desde a sua fundação. Este intercâmbio entre as experiências do Mercosul e da Europa, seguramente, fortalece a economia solidária e a sua integração entre os países”.

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