Rio de Janeiro tem novas ações de Economia Solidária com presença da Unisol

Evento Telma 1

Participantes do evento

 A Unisol Brasil e a Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano do Jardim Gramacho (Acootcarj) que tem Gelson Silva como liderança, participaram do 4º Festival de Economia Solidária do Rio de Janeiro, que aconteceu nos dias 4 e 5 de dezembro, das 9h às 19hs, na Cinelândia, no centro da capital carioca.A feira, composta por mais de 50 barraquinhas com produtos, realizados pelos empreendimentos econômicos solidários, teve o apoio e a participação da Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Solidário (SEDES), do Rio de Janeiro. Artesãos de dez municípios do estado do Rio de Janeiro expuseram os seus trabalhos. A feira faz parte do circuito Ecosol, e tem o objetivo de fomentar e promover o desenvolvimento social de 200 empreendimentos de economia solidária.
O evento conta também com oficinas de artes manuais, apresentações de teatro, sarau poético e um desfile de moda, no fim do dia.Diversos produtos como porta moedas, bijuterias, roupas, bolsas e objetos de decoração estavam expostos pelos produtores independentes.Silva, coordenador da Unisol, da região Sudeste, acompanhou o evento.
A Unisol não esteve com estande, mas participou como convidada, para apresentar um novo empreendimento, a Unisol/BR, uma rede de empreendedores que se uniram para comercializar os produtos que fabricam.
Durante o evento também foi realizado contatos para buscar interessados em afiliação com a Unisol Brasil, assim como o assessor técnico do Rio de Janeiro, Marcio Fernandes, irá visitar e cadastrar novos empreendimentos interessados.
De acordo com a subsecretária do Desenvolvimento Econômico Solidário da prefeitura do Rio, Katia Perobelli da Rosa, “a feira é uma forma diferente de fazer economia, pois não tem a figura do patrão e do empregado. A maioria do trabalho é elaborado a partir de coisas reutilizáveis, jogadas no lixo. O conceito de moda com sustentabilidade, usando a criatividade e a inovação, está presente nos produtos dos artesãos, assim como o conceito de economia criativa”, disse ela.

Katia ressaltou que “a partir do lixo você cria vida, gera renda, tem muita coisa embutida nisso. Isso significa reaproveitar as coisas que a gente joga fora, e inventar, recriar e fazer esses produtos. São questões alternativas que estão em jogo, e embutido nisso conceitos do consumo consciente, do preço justo, do comércio justo. Tem o conceito de autogestão e de autonomia, de gerar renda para se emancipar”.
De acordo com a subsecretária, cerca de 95% dos empreendimentos de economia solidária são formados por mulheres independentes, e a maioria sustenta a família.
E Silva avalia a feira: “o evento foi muito propositivo e teve uma adesão significativa. O resultado econômico para os empreendedores e empreendimentos superou as expectativas, tanto da organização, quanto dos gestores e parceiros, que pretendem realizar mais eventos como este”, conclui.
Fontes: Unisol RJ e Site da EBC.

Apresentação durante o evento

Apresentação durante o evento

Publicar um comentário

SIGA A GENTE NO INSTAGRAM