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Cotação 010/2016 – SMADS/PMSP

A Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários – UNISOL BRASIL, entidade sem fins econômicos, com sede em São Bernardo do Campo/SP, inscrita no CNPJ sob nº 07.293.586/0001-79, torna público que realizará Cotação Prévia de Preço, tipo menor preço, com objetivo de contratação de Pessoa Jurídica para Fornecimento de Alimentação, conforme previsto no “PROJETO DE AÇÕES INTEGRADAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA – Modalidade nº 1 – População de Rua”, conforme TERMO DE CONVÊNIO nº 117/2015/SMADS e Processo nº 2015.0.096.800-1, celebrado em 21/09/2015 entre a UNISOL BRASIL e a Prefeitura Municipal de São Paulo por intermédio da Secretária Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social – SMADS, conforme legislação vigente e demais condições exigidas neste edital.
CLIQUE AQUI  para acessar o edital completo.

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Cotação 009/2016 – SMADS/PMSP

A Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários – UNISOL BRASIL, entidade sem fins econômicos, com sede em São Bernardo do Campo/SP, inscrita no CNPJ sob nº 07.293.586/0001-79, torna público que realizará Cotação Prévia de Preço, tipo menor preço, com objetivo de contratação de Pessoa Jurídica para Fornecimento de Alimentação, conforme previsto no “PROJETO DE AÇÕES INTEGRADAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA – Modalidade nº 1 – População de Rua”, conforme TERMO DE CONVÊNIO nº 117/2015/SMADS e Processo nº 2015.0.096.800-1, celebrado em 21/09/2015 entre a UNISOL BRASIL e a Prefeitura Municipal de São Paulo por intermédio da Secretária Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social – SMADS, conforme legislação vigente e demais condições exigidas neste edital.
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Rede Ubasol e Economia Solidária de Ubatuba em ação pela Unisol SP e Unisol Brasil

CapaSol-770x428 Banner Credito Prefeitura Municipal de Ubatuba

No sábado, 03 de outubro, aconteceu o 1º Seminário da Rede Ubatuba de Economia Solidária (Ubasol), no Casarão do Porto (Praça Anchieta, 38), promovidos pela Unisol SP, Prefeitura de Ubatuba e com o apoio da Unisol Brasil.  A população foi convidada e participou deste importante momento da Ecosol no município litorâneo.  O assessor Wenderson Gasparotto, da Unisol BR, Ivo Pons, da Associação Design Possível, filiada da Unisol BR e o assessor técnico local Rafael Souza estiveram presentes à frente de atividades.

Desde 2014 os movimentos para a criação e consolidação da Rede vem sendo executados, com o envolvimento da Prefeitura de Ubatuba e da Unisol SP, dirigida por Leo Pinho. Veja aqui a participação do grupo um evento recente http://unisol.coop/gQ 

O objetivo do Seminário foi o de informar e capacitar todas as pessoas e empreendimentos interessados sobre as modalidades de formalização de atividades de economia solidária, que incluem cooperativas e associações de microempreendedores individuais (MEI), entre outros.

Também foram tratadas as características jurídicas e fiscais de cada modalidade e os potenciais para o desenvolvimento e fortalecimento desses empreendimentos nas políticas públicas do município como o PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar, PAA – Programa de Aquisição de Alimentos e feiras de economia solidária.

A rede Ubasol articula em cadeia produtiva vários segmentos de empreendimentos solidários relacionados entre si por sua atividade econômica ou identidade. Já fazem parte da rede agricultores familiares, pescadores artesanais, artesãos, costureiras e catadores de resíduos sólidos. Durante o seminário, realizou-se uma oficina para colher idéias para o desenvolvimento da logomarca da rede.

A Cooperativa de Recicláveis Coco e Cia é o primeiro empreendimento participante da rede que se formalizou nesse processo. “Produzir riqueza com responsabilidade social, respeito ao meio ambiente e inclusão produtiva são os objetivos da cooperativa Coco e Cia, em parceria com a Ubasol e a Prefeitura de Ubatuba”, conta Gilda Godoy, que integra a rede.

Ações da Rede Ubasol com cooperativas e EESs interessados em ecosol. Crédito: Wenderson Gasparotto/Unisol SP.
Seminário Ubasol com Rede Ubasol, EESs e participantes interessados em ecosol. Crédito: Wenderson Gasparotto/Unisol SP.

O seminário também levou uma discussão sobre a economia criativa, liderada por Pons. Na Unisol SP, este ano, fora criado o Setorial de Economia das Culturas e Criativa, a qual os educadores Eduardo Barbosa (Bob Controversista) e Erica Ribeiro são os articuladores de ações envolvendo os cinco setoriais agredados a este setorial maior – que agrega outros cinco setoriais de São Paulo: Cooperativismo Social, Artesanato, Segurança Alimentar, Confecção e Costura e Turismo. Veja mais nos Facebooks, página da Unisol SP http://unisol.coop/gN e grupo público do Setorial http://unisol.coop/gP. 

Diferentemente da economia tradicional, de manufatura, agricultura e comércio, a economia criativa foca no potencial para produzir bens e serviços criativos tangíveis e intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico.

Grande parte dessas atividades vem do setor de cultura, moda, design, música e artesanato. Outra parte é oriunda do setor de tecnologia e inovação, como o desenvolvimento de softwares, jogos eletrônicos e aparelhos de celular. Também estão incluídas as atividades de televisão, rádio, cinema e fotografia, além da expansão dos diferentes usos da internet, por exemplo.

Outras informações podem ser obtidas pelo email economiasolidaria.ubatuba@gmail.com ou com o assessor técnico da Unisol, Rafael Souza – (12) 98171-1982 ou 3833-3500.

Fontes: Unisol Brasil, Unisol SP, Site da Prefeitura de Ubatuba (SP).

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Empreendimentos do ABCD vão se fortalecendo com a consultoria da Unisol Brasil

Festa da Colônia Pescadores da Represa Billings com a participação pela primeira vez dos EESs. Crédito: Elisabete Rocha.
Festa da Colônia Pescadores da Represa Billings com a participação pela primeira vez dos EESs. Crédito: Elizabete Rocha.

A região do ABCD é rica em Empreendimentos Econômicos Solidários. Muitos são filiados da Unisol Brasil e continuam vencendo os desafios diários com o acompanhamento técnico e político da entidade.
Elizabete Rocha durante o mês de agosto esteve em vários EES, e aqui mostramos de forma mais resumida as atividades realizadas. Lembrando que São Bernardo do Campo (SP) tem mais de 800 mil moradores na área urbana, entretanto a região conhecida como pós-balsa concentra muitas comunidades onde os EES necessitam de assessoria.
Junto a SBCSOL, a Unisol Brasil tem procurado aproximar os EESs com a Ecosol, e assiste a Colônia de Pescadores Capatazia, que tem cerca de 500 pescadores e pescadoras, dentre eles, 150 mulheres, da 4a geração das famílias. Desta forma, eles participaram pela primeira vez da 7a feira de pescadores da Colônia de Pescadores Profissionais da Represa Billings, ocorrida em agosto.
Já a Rede Balsear, formada por artistas plásticas de cerâmica, do bairro Santa Cruz, também esteve presente no evento. A Balsear surgiu do apoio da Fundação Criança, envolvendo ainda a empresa Toyota e a Prefeitura de SBC, e da necessidade das mães que tem os seus filhos assistidos pela Fundação possam gerar renda. Estas tiveram cursos de qualificação profissional.
Outro exemplo é a Padaria Companhia do Trigo, que está em processo de mudança de sede. Uma boa notícia é que esta sendo articulada uma Rede de Ecosol do Pós-Balsa com estes e outros EESs, que irão se fortalecer e fazer negócios entre si.
Neste giro pela região, Rocha esteve na cooperativa CMR, de catadores, de Itapevi (SP), realizando orientação para o processo de composição de nova diretoria e um treinamento técnico passando sobre a lei de cooperativismo, características do associativismo, entre outros temas, com o apoio do SEBRAE, e na COOPERNOVA, de Cotia (SP), fazendo o recadastramento do EES.

Fonte:  Elizabete Rocha
Crédito das fotos: Elizabete Rocha

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Dia do Agricultor: comemorado em 28 de julho, a Unisol Brasil saúda todos os EESs de agricultura!

Boa parte dos Empreendimentos Econômicos Solidários (EESs), filiados à Unisol Brasil, são de agricultura familiar. O mundo não vive sem alimentos, nem água, e portanto, por mais avanços tecnológicos que a humanidade realize em áreas como biotecnologia – como os suplementos alimentícios de última geração – estes, somente, não substituem a necessidade de alimentação. Hoje, no planeta, existe uma massa populacional de 7,2 bilhões de pessoas que precisa se alimentar (embora se tenha um contingente assombroso de famintos nesta população).
O conceito de alimentação vem mudando ao longo dos séculos, mas é consenso, por exemplo, na classe médica mundial, que os alimentos naturais, sem agrotóxicos e que não tenham sofrido outro tipo de contaminação, são aqueles que mais fazem bem à saúde. Alimentos frescos, ou agroecológicos ou ainda orgânicos, mantém seus nutrientes em altos níveis de concentração e proporcionam um equilíbrio na dieta. Muitos estudos vinculam a má alimentação, incluídos os alimentos artificiais e processados (como embutidos, com altos níveis de sódio e nitratos), se estes estiverem presentes de forma diária ou constante na dieta, ao surgimento de doenças. Esta matéria da BBC baseada em pesquisa no Brasil mostra um viés da situação http://unisol.coop/g7
Desta forma, a agricultura, o agricultor e a agricultora são de essencial importância na manutenção da vida, na Terra.
Um estudo publicado em relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que foi divulgado no último dia 15 de julho, aponta que o Brasil é um dos campeões mundiais na produção de frutas. A maior parte desses alimentos é consumido aqui mesmo em nosso País e as principais frutas produzidas são banana, maçã, uva, melão, manga, abacate e abacaxi. Confira o relatório completo: http://bit.ly/1slIKkO
Uma Rede de EESs de agricultura familiar, filiada da Unisol Brasil, retratada em matéria neste semestre é a Rede Sete Barras, da cidade de Sete Barras, interior de São Paulo. Ela produz banana orgânica, já fornece para vários compradores na região onde está e conseguiu fechar contrato de fornecimento com a Prefeitura de São Paulo, no dia 18 de dezembro de 2014, válido por seis meses, a contar desta data. Confira a matéria neste link http://unisol.coop/g6 
Trazemos aqui também um vídeo da TV NBR, do Governo Federal, com declarações de Patrus Ananias, do Ministério do Desenvolvimento Agrário,  e Kátia Abreu, ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sobre o ‘Dia do Agricultor’.

E se você tem dúvidas sobre o que é o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que é o registro eletrônico obrigatório para  todos os imóveis rurais, veja aqui um vídeo de evento do edital de apoio ao CAR, realizado por autoridades de Ministérios do Governo Federal.  O prazo final para o cadastro é 5 de maio de 2016.

Fontes: TV NBR, sites do Ministério do Desenvolvimento Agrário, do Ministério da Agricultura P e A e da ONU/FAO.
Crédito da foto destaque: MDA.
 

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Rio Grande do Norte inaugura primeiro centro comercial da agricultura familiar do estado

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Itens da agricultura familiar produzidos no Rio Grande do Norte poderão ser encontrados mais facilmente, a partir desta sexta-feira (30). A Emater/RN, juntamente com cinco cooperativas do estado, inaugura hoje o Centro de Comercialização Mercado da Terra, primeiro centro comercial da região voltado para o escoamento da diversidade produtiva da agricultura familiar.
Durante o mês de fevereiro, o Mercado da Terra funcionará todos os dias, das 9h às 17h, na Barra de Tabatinga, no município de Nísia Floresta. A partir de março, o público poderá adquirir os produtos no mesmo endereço, mas de quinta-feira a domingo. “Vai tornar a agricultura familiar muito mais visível. Tabatinga é uma zona turística, com um fluxo de pessoas muito grande. A partir dessa ideia, queremos colocar em evidência a produção da agricultura familiar do Rio Grande do Norte como um todo”, afirma o delegado do MDA no estado, Dário Andrade.
O Centro foi construído e equipado a partir de um convênio entre o Governo do Estado, Emater/RN e o Ministério da Ciência e Tecnologia. O prédio é cedido pela Emater/RN à Cooperativa Central da Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte (Cooafarn), que participou da idealização do mercado.
Ao todo, serão beneficiadas cerca de 1,2 mil famílias de agricultores familiares, ligadas às cooperativas que participam da iniciativa:  Cooafarn, Assentamento Paulo Freire/Pureza, Coopercaju/Assentamento Serra do Mel, Cooafal/ Assentamento Lucrécia) e a Cooaf/Assentamento Marcelino Vieira. “Lá, serão comercializados artesanato, doces, geleias, castanhas, mel, arroz e a nossa famosa cajuína”, detalha o delegado do MDA.
Culinária se destaca
O diferencial do Mercado da Terra é a culinária. Os visitantes poderão degustar pratos diferentes, como o “Cajuburguer”, “banana chip”, “canju” (canja de carne de caju), paçoca de caju, e bolinhos de caju, além do cardápio tradicional, como escondidinho, tapioca e guizado.
Fontes: MDA e foto por Eduardo Aigner

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Mudanças e continuidade no Governo Federal

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Gilberto Carvalho (à esquerda) e Miguel Rossetto.

 
O segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff começa com continuidades e mudanças no seu corpo ministerial. Destacamos aqui os ministérios que tem relacionamento com os projetos da Unisol ou que de alguma forma impactam nos projetos desenvolvidos. No ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a ministra Tereza Campello continua o trabalho, e tomou posse nesta quarta-feira, 7, às 11h, para mais um período à frente da pasta. A cerimônia de recondução ao cargo foi realizada no auditório do subsolo do Bloco K da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Campello assumiu pela primeira vez a pasta no dia 1º de janeiro de 2011, no início do primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff. Participou da equipe de transição da primeira gestão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, compôs a coordenação do grupo de trabalho que concebeu o Programa Bolsa Família e foi subchefe adjunta de Articulação e Monitoramento da Casa Civil. Economista, formada pela Universidade Federal de Uberlândia, Campello foi professora do curso de Economia na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), no Rio Grande do Sul.
Na Casa Civil, do governo federal, esteve à frente de projetos prioritários na área de desenvolvimento, como os programas de Produção de Biodiesel, de Etanol e Territórios da Cidadania, além do Plano Nacional de Mudanças Climáticas e do Mutirão Arco Verde, que levou serviços públicos, regularização fundiária e fomento ao desenvolvimento sustentável na Amazônia. Durante sua primeira gestão à frente do MDS, Campello liderou a coordenação do Plano Brasil Sem Miséria, que cumpriu todas as suas metas e teve papel essencial na saída do Brasil do Mapa da Fome das Nações Unidas, em 2014.
Já a Secretaria-Geral da Presidência da República começa uma nova fase com Miguel Rossetto, sociólogo que assumiu no dia 02 de janeiro o cargo antes ocupado por Gilberto Carvalho. Rossetto defende mais avanços no projeto de justiça social desenvolvido pelo Governo Federal nos últimos anos e o fortalecimento das vias de participação popular e dos movimentos sociais e políticos da sociedade civil. Em seu pronunciamento durante a posse, no Palácio do Planalto, ele defendeu a necessidade de uma reforma política para o Brasil que dê maior oportunidade de participação para o povo, ressaltando que todos os cidadãos estejam engajados no crescimento do País e possam usufruir das riquezas geradas.
“Ao reeleger a presidenta Dilma, o povo brasileiro reafirmou um projeto político democrático, popular e voltado à justiça social. É nessa direção que pretendemos avançar para que os direitos sociais e políticos caminhem para a frente e façam com que a população mais pobre ocupe um lugar de protagonismo na definição dos destinos da sociedade brasileira”, afirmou Rossetto.
No seu discurso de despedida, Carvalho relembrou que nos Governos do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma foi iniciado um processo de mudança profundo que remodelou as prioridades do governo a favor das desigualdades sociais e da exclusão de cidadãos. Neste sentido, ele destacou projetos como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Prouni e o Pronatec.
Rossetto é também um dos fundadores do PT e da CUT. Foi eleito deputado federal em 1994 e vice-governador do Rio Grande do Sul na gestão Olívio Dutra. Em 2003, assumiu o Ministério do Desenvolvimento Agrário, onde permaneceu até 2006. De 2008 a março de 2014 foi presidente da Petrobras Distribuidora. Em março do ano passado, retornou ao Ministério do Desenvolvimento Agrário onde permaneceu até setembro de 2014.
Fontes: MDS, MDA e SG-PR.

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Governo federal garante recursos para a produção agroecológica

Governo convenios agroecologia

Convênios são destaques do mês para a Agricultura e Agroecologia 

Na terça-feira, 09/12, foi realizado no Palácio do Planalto, em Brasília, o ato de assinatura de 21 convênios do Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica (Ecoforte). A solenidade contou com as presenças do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República/SG-PR), do secretário executivo Laudemir Muller (Desenvolvimento Agrário), do presidente da Fundação Banco do Brasil, José Caetano Minchillo, representantes dos bancos financiadores; da sociedade civil e dos projetos vencedores.
Os convênios beneficiam diretamente agricultores familiares, assentados da reforma agrária, povos e comunidades tradicionais e indígenas. Os empreendimentos foram selecionados por edital e deverão atuar na promoção da agroecologia, extrativismo e produção orgânica. No total são R$ 25 milhões de recursos da Fundação Banco do Brasil, do Fundo Amazônia e do Fundo Social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
As redes de cooperativas e associações que atuam com agricultura orgânica e extrativismo de forma sustentável selecionadas são responsáveis por formar 382 unidades de produção agroecológica, sem agrotóxicos e de manejo sustentável, realizada por pequenos produtores familiares, que vão funcionar como modelo para disseminar técnicas e práticas desse tipo de agricultura no país. O edital selecionou três entidades por região em todo o país e mais seis selecionados no âmbito nacional.
Gilberto Carvalho salientou a importância da iniciativa “mais um passo para plantar o futuro do país”. “Temos que produzir de forma diferente, consumir de forma diferente”, disse, destacando a importância da produção orgânica de alimentos. O ministro afirmou que o objetivo do governo federal é trabalhar em conjunto com a sociedade civil para que a plataforma agroecológica seja hegemônica.
De acordo com Laudemir Muller, o Ecoforte é uma das ações que impulsionam a produção e a comercialização de produtos agroecológicos da agricultura familiar. “O Ecoforte dá a possibilidade para que cooperativas, organizações, associações e outras entidades possam aprimorar a produção agroecológica e, principalmente, acessar os mercados com mais qualidade e em maior escala”, explicou.
Braulino Caetano dos Santos, da Rede Cerrado e representante da sociedade civil no evento, disse que os convênios vêm para somar e enfatizou a importância dos recursos financeiros, em especial para setores como o agroextrativismo. Em sua intervenção, ele afirmou que a vida melhorou muito para os pequenos agricultores e populações tradicionais no Norte de Minas Gerais. “Nós dispensamos a cesta básica”, garantiu.
Ecoforte
O Ecoforte se insere na Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, com o objetivo de integrar, articular e adequar políticas, programas e ações indutoras da transição agroecológica e da produção orgânica e de base agroecológica. A finalidade é contribuir para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da população, por meio do uso sustentável dos recursos naturais e da oferta e consumo de alimentos saudáveis.
O Ecoforte integra também o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Brasil Agroecológico) e apoia projetos voltados à intensificação das práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica.
Participam do Programa a Secretaria-Geral da Presidência da República; o Ministério do Desenvolvimento Agrário; o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; o Ministério do Meio Ambiente; o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; o Ministério do Trabalho e Emprego; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); o Banco do Brasil; e a Fundação Banco do Brasil.
Fonte: SG-PR. Foto: Naira Pontes/MDA.

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Mulheres do interior da Bahia criam associação com apoio da Unisol

Grupo de Mulheres Italegre Bahia
Nosso assessor técnico e secretário do Setorial de Agricultura Familiar Israel Dias relatou uma experiência enriquecedora de economia solidária. Ele está acompanhando um grupo de 60 mulheres da comunidade de Italegre, parte do município de Baixa Grande, próximo da região central do Estado baiano e distante cerca de 252 km da capital Salvador. Estas agricultoras e donas de casa, que tem Dalila Dumas,  moradora da região, como uma das líderes, sentiram a necessidade de se mobilizarem para tentar, de alguma forma, ajudar nas despesas domésticas e obter uma renda extra para ajudar nos estudos dos filhos. Acompanhe a entrevista com Israel, abaixo.
Unisol – Como se deu a aproximação deste grupo de mulheres com a Unisol Brasil ?
Israel – ‘Elas nos procuraram para ter orientação de um formato que se adequasse a sua realidade, então a Unisol apresentou três modalidades jurídicas: empresa formal, cooperativa e associação. Elas optaram em criarem uma associação, porém, com o interesse em transformá-la numa cooperativa, no futuro. A partir do perfil de cada uma, estabeleceram que as atividades principais serão focadas em corte e costura, beneficiamento de frutas e alimentação’.  

Unisol – Como estas mulheres irão desenvolver o trabalho de constituição desta associação?  

Israel – ‘O processo ainda está se iniciando, mas elas já contam com o apoio da Federação das Associações Baixagrandenses, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais local e da UNISOL Brasil. Já estão sendo preparados alguns estudos por parte da Unisol para viabilizar de fato o empreendimento solidário’.

Unisol –  Qual é o apoio que a Unisol tem direcionado para este grupo de mulheres? 

Israel – ‘A UNISOL Brasil, por meio do meu trabalho como Secretário de Agricultura Familiar, está dando total apoio ao empreendimento, desde a mobilização, a orientação e as formações técnicas, dentre outras demandas urgentes’.

Unisol – Qual é o objetivo final deste grupo, por exemplo: quanto elas querem produzir por mês? E onde irão vender os produtos?  

Israel – ‘O objetivo final é a geração de ocupação e renda, porém estes não são o único foco. Elas também pretendem resgatar as tradições culturais, discutir os problemas da comunidade, além de ter nos encontros uma forma de lazer, de pôr o papo em dia. Ainda não se tem meta de produção, pois as coisas estão bem no início. Os principais  compradores em potencial são a princípio, o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e os mercados local e regional’.
Se quiser saber mais sobre a comunidade de Italegre e o município de Baixa Grande, acesse o link:
http://baixagrande2012.blogspot.com.br/p/caracterizacao-do-municipio.html.

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Unisol promove Feira de Economia Solidária no Acre

A piscicultura é uma das áreas a serem prestigiadas no evento
A piscicultura é uma das áreas a serem prestigiadas no evento

A Unisol Brasil, em parceria com a Central Única dos Trabalhadores do Acre (CUT-AC), vai realizar a 1ª Feira Estadual de Economia Solidária: empreendimentos da agricultura familiar e pequenos negócios, de 28 a 31 de agosto, das 5h às 18h, no Mercado Municipal Francisco de Assis Marinheiro, na Estação Experimental, em Rio Branco, capital do Acre. A abertura oficial está marcada para as 8h30.
De acordo com o colaborador da Unisol Brasil no estado do Acre, Carlos Omar, a expectativa é contar com a participação de 50 empreendimentos dos segmentos de agricultura familiar, piscicultura, alimentação, reciclagem e cooperativas sociais. Cerca de 300 trabalhadores serão mobilizados para atuarem durante o evento, que priorizará os afiliados dentro do estado. Espera-se um público aproximado de 15 mil pessoas durante os quatro dias de evento.
O objetivo da 1ª Feira Estadual de Economia Solidária é gerar oportunidades de comércio aos afiliados e dar visibilidade ao setor. “Além disso, queremos fortalecer as políticas pelas quais trabalhamos nos últimos cinco anos”, afirmou Omar.
Paralelamente, haverá palestra sobre a política regional e nacional de economia solidária e um painel sobre as cidades que integram o território do Baixo Acre, formado pelas cidades de Bujari, Porto Acre, Pláscido de Castro, Senador Guiomard, Capixaba, Acrelândia e Rio Branco.
Atualmente, a Unisol Brasil conta com cerca de 50 empreendimentos afiliados no estado do Acre que, juntos, empregam cerca de 4,5 mil trabalhadores. O Mercado Municipal Francisco de Assis Marinheiro fica na Avenida Ceará, s/n.