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Unisol participa da Conferência Mundial da ACI e defende eleição de Ariel Guarco

De 14 a 16 de novembro, o presidente da Unisol Brasil, Leo Pinho, e o presidente da Cicopa Américas, Arildo Mota, participam da Conferência Mundial da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que acontece em Kuala Lumpur, na Malásia, e cujo tema é Cooperativas: colocando as pessoas no centro do desenvolvimento.
A conferência deve reunir cooperativas de todo o mundo e está estruturada em quatro eixos: Aprenda (debates, painéis, as últimas tendências cooperativas e os desafios enfrentados); Experimente (oficinas com especialistas, habilidades práticas e ferramentas); Explore (conhecer a cultura e diversas histórias de cooperação por meio de filmes, exposições e demonstrações); Conecte (oportunidade de conhecer pessoas que atuam em cooperativas, troca de experiência e novos contatos).
Durante o encontro acontece também a eleição do novo presidente da ACI. No Brasil, o apoio vai para o argentino Ariel Guarco, presidente da Cooperar. “A Conferência Mundial da ACI está inserida num cenário mundial de muitas incertezas. A expectativa é que possamos afirmar o Cooperativismo como uma alternativa para um novo modelo de desenvolvimento, sustentável e solidário. Para isso, a Unisol Brasil se fará presente e defenderá Ariel Guarco para presidente da ACI”, define o presidente da Unisol Brasil, Leo Pinho.
“Eu acredito que o contexto global nos obriga a sair em campo usando a camisa cooperativa e confrontar especuladores e aqueles que controlam a economia, que estão levando a humanidade em uma estrada sem retorno, com a nossa coerência, trajetória e diversidade”, diz Guarco em entrevista à ACI.
Há cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo que fazem parte do sistema cooperativo e Guarco defende que a ACI “precisa visar o desenvolvimento da sociedade por meio do modelo cooperativo, que é um modelo econômico diferente, caracterizado por empresas economicamente viáveis e socialmente responsáveis. Isso faz com que essas empresas sejam difíceis de gerenciar e é preciso entender que somos socialmente convertidos de forma responsável em empresas, e não empresas de fazem responsabilidade social para cobrir seus problemas. A pessoa que lidera [a ACI] precisa mostrar compromisso e uma trajetória de vida cooperativa. Acho isso importante e é o que determinou minha candidatura”.
Guardo defende ainda o aprofundamento das relações com as diversas regiões de atuação da ACI, integração dos setores cooperativos e consolidação de espaços juvenis e de gênero. Sua proposta para a presidência da Aliança traz a construção de um comitê executivo que inclua presidente, vice-presidentes, diretor geral, diretores regionais e setoriais, que seja responsável pela coordenação da política discutida e aprovada nas reuniões do conselho. E ainda melhorar a qualidade e quantidade de informações fornecidas aos membros sobre a atuação da ACI, rendimentos, balanços, projetos, e assim capacitar as organizações para tomada de decisão.
Para Arildo Mota, diretor da CICOPA Américas e diretor internacional da UNISOL Brasil, a candidatura de Ariel Guarco significa uma renovação positiva para o campo cooperativista solidário da América e do mundo, por trazer novas ideias e novas formas de praticar o cooperativismo.
“Ariel é preocupado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e acredita que não adiante ter cooperativas que faturam milhões se houver inclusão socioprodutiva, cultural, dos sócios das cooperativas. Ele vê o cooperativismo como um projeto de vida, de inclusão social, onde a sociedade possa participar e compartilhar os ganhos onde vive. A pessoa do Ariel é a que mais agrega no campo do cooperativismo mundial do século XXI”, define Arildo. “Ele traz uma proposta de maior participação dos setores menos favorecidos que compõem a ACI. Hoje o espaço é muito seletivo, e ele quer defende democratizar a participação das cooperativas”.
 
 

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Dia nacional da luta antimanicomial

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O dia 18 de maio no Brasil é data que marca a luta antimanicomial. Mobilizações acontecem em todo o país para lembrar as importantes conquistas com a mudança de paradigma em relação à assistência em saúde mental nas últimas décadas, devido à atuação pela reforma psiquiátrica e à luta antimanicomial. O país passou progressivamente de um modelo baseado na exclusão social para um modelo de tratamento aberto territorial-comunitário.
A lei 10.216/2001 instituiu a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos por serviços abertos e de base comunitária. A instituição da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de drogas no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS (portaria 3.033/2011), foi um passo adiante no novo modelo. Entre os componentes da RAPS estão estratégias de reabilitação psicossocial: iniciativas de geração de trabalho e renda por meio de empreendimentos solidários cooperativas sociais.
Esse novo modelo traz consigo o resgate das pessoas enquanto cidadãos e a promoção da inclusão. E o campo do trabalho é um dos eixos fundamentais desse processo, resgatando a cidadania e ampliando o poder das trocas sociais. Algumas formas de geração de trabalho e renda vem sendo experimentadas nesse processo, como oficinas de artesanato e projetos de prestação de serviços. Essas alternativas são implantadas, em sua maioria, dentro de serviços públicos de saúde mental, como Centros de Atenção Psicossociais (Caps) e Centros de Convivência (Ceccos).
A escolha pela economia solidária como forma de trabalho foi um processo natural em toda essa construção. O modelo cooperativista, fundamento dos projetos de economia solidária, propõe uma organização de trabalho que busca incluir e acolher diferenças, permitido uma produção a partir da solidariedade e cooperação, princípios pouco valorizados no modo de produção capitalista.
Assim, o cooperativismo social chegou ao Brasil no rastro da luta antimanicomial, nos anos 1980, por meio dos movimentos de reforma psiquiátrica inspirados na experiência análoga de desenvolvimento na Itália. Em 1999 foi promulgada a lei brasileira que instituiu os objetivos e públicos integrantes das cooperativas sociais, definindo que as cooperativas sociais são constituídas com a finalidade de inserir as pessoas em desvantagem no mercado econômico, por meio do trabalho, fundamentando-se no interesse geral da comunidade em promover a pessoa humana e a integração social dos cidadãos.
 

Inclusão

Rede de Saúde Mental e Economia Solidária do Estado de São Paulo surgiu na primeira década deste século, composta por serviços de saúde mental, profissionais de saúde, trabalhadores dos serviços de saúde mental e empreendimentos de economia solidária. A aproximação de projetos e empreendimentos de saúde mental com o Fórum Paulista de Economia Solidária foi fundamental para essa ligação.
Hoje, ela é formada por 160 empreendimentos, envolve mais de mil pessoas. E constitui-se por 12 “Redinhas”, com o objetivo de potencializar ações em diferentes territórios, localizadas nas cidades de São Paulo, Guarulhos, São Bernardo do Campo, Mauá, Santo André, Diadema, Barueri, Osasco, Embu, Itapevi, Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Campinas, Piracicaba, Rio Claro e Botucatu. São realizadas reuniões mensais, das quais participam empreendimentos econômicos solidários.
“A Rede entende o trabalho como um dos instrumentos organizadores da vida, buscando inserir de fato as pessoas, resignificar suas vidas, dar caminhos para que elas se reestruturarem, muito mais do que apenas gerar renda. Nasce nesse contexto, inspirada pelo modelo italiano”, define Isadora Candian, diretora da Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (Unisol Brasil).
Isadora se refere à chamada Lei Basaglia, de 1978, que estabeleceu a abolição dos hospitais psiquiátricos (manicômios) na Itália e está vigente até o presente momento. O cuidado, a participação e a solidariedade passaram a compor o campo das ações nas políticas públicas italianas de saúde mental. Uma série de serviços e de práticas foi criada para dar conta desse novo olhar: centros de saúde mental, cooperativas de trabalho, residência, ações culturais, enfim, um conjunto de ações que atendem as necessidades dessas pessoas em sua vida cotidiana.
Entre os objetivos da Rede estão a captação de recursos para comercialização e divulgação; suporte para a profissionalização dos projetos; fortalecimento dos projetos por meio de rede de apoio; contribuir para ampliar o conhecimento sobre a saúde mental na sociedade; e pressionar o poder público para a criação de políticas públicas de financiamento para as iniciativas de geração de trabalho e renda.
A realização de feiras de economia solidária, onde a produção desses empreendimentos pode ser comercializada, tem como objetivo não só promover a geração de renda, mas garantir a inclusão social. “As feiras acontecem desde quando a Rede existe: no início pequenas, uma ou duas vezes por ano, em universidades e outros espaços. Depois começamos a fazer essas feiras em parques, sempre apoiados por outros parceiros, universidades, sindicatos. E houve um boom a partir do Projeto Redes, desenvolvido pelo Instituto Integra em parceria com a Rede de Saúde Mental e Economia Solidária”, afirma Isadora.
O projeto, desenvolvido de 2014 a 2017, buscou fortalecer a Rede, ampliando sua presença por meio do desenvolvimento de ações integradas de formação, assessoria técnica, consultorias, comercialização em rede e incentivo à construção de políticas públicas.
“A UNISOL Brasil é a única Central de Cooperativas que criou um setorial específico para impulsionar o cooperativismo social, e também tem realizado um conjunto de eventos e atividades de cooperação internacional no tema. Nesse sentido, para nós, o cooperativismo social, na perspectiva da Reabilitação Psicossocial é uma prioridade”, define Leo Pinho, presidente da UNISOL Brasil e secretário da Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME).
 

Muitos avanços

Muitos casos de trabalho em forma cooperativa ligados à saúde mental já acontecem no Brasil, na perspectiva do associativismo e cooperativismo social. Citamos alguns aqui:
Projeto Tear
O Tear é um serviço da rede de atenção psicossocial do município de Guarulhos (SP), que atua no campo da inclusão social pelo trabalho, convivência e cultura da população em situação de sofrimento psíquico e/ou outras vulnerabilidades socioafetivas. Fundado em 2003, é resultado de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Guarulhos, os Laboratórios Pfizer, Associação Cornélia Vlieg, Associação Saúde da Família e Associação Inclui Mais (filiada à UNISOL desde 2012).
Dentro dos preceitos da Reforma Psiquiátrica, o Tear consolida­-se como uma iniciativa pública de geração de trabalho e renda a partir da aproximação com o campo da economia solidária, gerando valores como cooperação, coletividade, solidariedade, sustentabilidade e promoção da saúde. As estratégias utilizadas propõem atividades artesanais e de serviços por meio de nove oficinas de trabalho e um espaço cultural denominado multiforme, com diferentes intervenções culturais e de convívio, reafirmando o potencial produtivo e criativo dos participantes.
O Tear vem se tornando referência no Brasil nestes últimos anos como espaço de inovação e desenvolvimento de novas tecnologias sociais através de estratégias potentes, que vêm, efetivamente, fortalecendo a autonomia, fomentando a contratualidade social e melhorando as condições de vida de seus participantes ao promover a inclusão social pelo trabalho, cultura e convivência
Armazém das Oficinas
O Armazém foi criado com o objetivo de ser a marca dos produtos e artesanais e serviços das oficinas do Núcleo de Oficinas de Trabalho (NOT). O programa é desenvolvido em parceria entre a Associação Cornélia Vlieg (filiada à UNISOL) e o Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, e funciona em Sousas, distrito de Campinas (SP). Criado para atender a necessidade de trabalho da população de baixa renda que apresenta quadros de doença mental, vulnerabilidade e não tem oportunidades de inserção no mercado formal de trabalho, busca potencializar a geração de renda por meio da produção e comercialização de serviços e produtos artesanais de qualidade, diversificados e a preços competitivos.
O NOT funciona como uma espécie de cooperativa, buscando favorecer a participação democrática dos usuários em todas as etapas do processo de trabalho – produção, venda e remuneração. O sujeito se identifica e se reconstrói como resultado de sua produção/trabalho. São atendidas mais de 800 pessoas em mais de 15 oficinas que englobam produção artesanal, agricultura orgânica e prestação de serviços.
Todos os usuários das oficinas recebem uma bolsa-oficina como resultado da produção e venda dos produtos. O resultado é dividido entre os participantes das oficinas, de acordo com a avaliação do desempenho de cada um, feita em grupo. As oficinas se tornam assim oportunidade de profissionalização, desenvolvimento econômico para os participantes e sustentabilidade para o projeto.
Associação Arte e Convívio
Também filiada à UNISOL, a associação tem o modelo de gestão mais próximo das cooperativas sociais, tendo em seu quadro de diretores/as participantes-usuários/as que participam de toda a gestão.
Localizada em Botucatu/SP, a associação foi fundada em 1995 e busca o reposicionamento de seus associados em relação ao trabalho, proporcionando maior convivência, respeito e consciência política por meio da participação em diversos conselhos municipais. Promove oficinas com o objetivo de incentivar a inclusão de seus participantes no mercado de trabalho formal ou informal, melhorar a assistência e proporcionar espaços de convivência e reflexão.
As oficinas são coordenadas por uma terapeuta ocupacional e assistente social, e todas as atividades são realizadas pelos próprios usuários, desde o planejamento, execução, finalização e orçamento do produto. A venda é feita por meio do Ateliê da Arte, em feiras e parcerias com outros estabelecimentos.
Durante o trabalho os participantes têm a oportunidade de descobrir quais são seus desejos e habilidades. É um convite ao despertar da capacidade e da possibilidade de aprender, aumentando sua potência e desenvolvendo seu papel de cidadão participativo.
NUPE
O Núcleo de Projetos Especiais (NUPE) é ligado à Secretaria de Saúde da cidade de Santo André/SP. Oferece cerca de 12 oficinas que incluem produção de doces, camisetas estampadas, marcenaria, fotografia, marchetaria, xilogravura, serigrafia, encadernação etc.
Além de serem instrumento para resgate da saúde, produção de vida e quebra de preconceitos, as oficinas estimulam o empreendedorismo e a geração de renda. A venda dos produtos em pontos e feiras de economia solidária proporcionam uma vivência em todo o processo, desde a compra de material para produção até cálculos para chegar aos preços de custo e venda.
Os produtos são comercializados em feiras, bazares e na loja da Economia Solidária de Santo André.
NUTRARTE
O Núcleo de Trabalho e Arte (NUTRARTE), localizado na cidade de São Bernardo/SP, recebe usuários encaminhados pelos serviços de saúde mental e opera como uma espécie de incubadora de negócios, com parcerias intersetoriais com secretarias do município de com a iniciativa privada.
As oficinas fazem parte do projeto terapêutico dos pacientes e incluem palhaçaria, costura, alimentação, lavanderia, artesanato, artes plásticas, horta, lava rápido, marcenaria e tapeçaria.
O NUTRARTE foi criado em 2009 e tem incentivado a profissionalização dos participantes das oficinas de cultura e geração de renda. As atividades são guiadas pelos princípios da economia solidária, e os participantes começam aos poucos a trilhar alternativas profissionais. Como o caso dos participantes da Mater Oficina, que produz móveis e objetos de decoração a partir do reaproveitamento de pallets. E o coletivo c.u.p. i. n. s., que fechou recentemente uma parceia com a marca Cavaleira na confecção de camisetas.
Ponto Benedito
O Ponto Benedito funciona na Praça Benedito Calixto, em São Paulo/SP, e é organizado pela Associação Vida em Ação (AVA) em parceria com a Coordenadoria Regional de Saúde Oeste – Secretaria Municipal de Saúde, Escola de Enfermagem da USP e diversos parceiros apoiadores. Uma de suas finalidades é desenvolver atividades culturais e econômicas de empreendimentos solidários e oficinas de trabalho e de arte que compõem a Rede de Atenção Psicossocial das regiões oeste e centro da cidade.
Funcionando em espaço público, com cessão de uso para a AVA, o Ponto Benedito se organiza de forma autogestionária, com todos dividindo o trabalho de cuidado, venda e manutenção do espaço.
Também são promovidos cursos, palestras, exibição de filmes e muitas outras atividades.

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Rede Olhares do Sul – Lançamento de sua Coleção 'Olhares de Porto Alegre'

No decorrer de 2015, os Empreendimentos Econômicos Solidários atuantes na Rede Olhares do Sul, Art’Escama, Ecopapel, Feito a Mão, Inovarte e Mãos de Fadas, acessaram duas consultorias: de Comunicação e Divulgação, com a Patuá Comunicação Responsável e Desenvolvimento de Produtos, e a segunda, com o propósito de desenvolverem uma nova coleção de produtos variados, com a Cooperativa Vivá Moará. 

Ambas consultorias foram possíveis por meio do Projeto REDES, executado pela Unisol Brasil, com recursos provenientes da Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES, do Ministério do Trabalho e Emprego.—MTE. E teve a liderança da Unisol RS, que tem 

Foi um longo desafio, pois o desejo de produzir peças que identificassem a cultura e a história de Porto Alegre era grande, principalmente quebrar a barreira difícil de autoria de fotos e imagens. E principalmente, que as imagens utilizadas revelassem o seu olhar (o dos participantes da Rede ) sobre a nossa Porto Alegre. Os temas abordados são os pontos turísticos e monumentos, calçadas, flora e fauna, esta última, baseada no que existe na Reserva do Lami. A nova coleção se chama OLHARES DE PORTO ALEGRE! Ela é composta por: 

  •  Chaveiros com a fauna – a partir de resíduos de couro.
  • Chaveiros com a fauna a partir de resíduos de malotes – banrisul.
  • Bolsas com os pontos turísticos, fauna, calçadas – a partir dos malotes banrisul.
  • Bolsas para piquenique e necessaires com  flora e pontos turísticos , a partir dos malotes do banrisul.
  • Quadros em resíduos de  tecido,  com pintura aquarelada com estampas de porto alegre antiga – pontos turísticos.
  • Mini camisetas com pintura aquarelada da Porto Alegre – antiga.
  • Embalagens de vinho – com pontos turísticos e fauna, com reaproveitamento de couro de peixe.
  • Almofadas de jardim e jogos americanos a partir de banners.

Dessa forma, de julho a setembro/2015, a partir de oficinas de desenvolvimento de produtos com a designer Marjorie Gubert, fomos pensando o tema da coleção, desenvolvendo os produtos, sempre com o reaproveitamento de resíduos – banners, lonas de malotes, têxteis, couro, latinhas de bebidas, papel.

Fotos do andamento da Consultoria com Gubert. Crédito de todas as fotos: Rede Olhares do Sul.

Em outubro iniciamos as oficinas com a Consultora Monica Heydrich, tendo por base as imagens escolhidas de Porto Alegre, onde aprendemos técnicas de desenho. Assim, criamos 62 desenhos, para serem utilizados nas coleções da Rede Olhares do Sul. Foram momentos de superação, do medo de desenvolver a habilidade de desenhar. Vejam nas imagens abaixo:

Em janeiro retomamos as atividades, para a partir das imagens criadas por nós, confeccionarmos carimbos e estêncil e aprendermos a exeutar as estampas, outro grande desafio que estamos confiantes de vencer (imagens mais abaixo).

A coleção OLHARES DE PORTO ALEGRE está prevista para ser lançada no final de março de 2016, durante as comemorações do aniversário de Porto Alegre. (26/03). Logo mais, postaremos fotos dos produtos, aqui!

A Rede Olhares do Sul tem sua origem na Setorial de Artesanato, da Unisol RS, criada em 2011, atualmente está com cinco Empreendimentos Solidários ativos. Todos os produtos são confeccionados a partir do reaproveitamento de resíduos, em especial, latinhas de bebidas, papéis, escamas, tecidos diversos, lonas de malotes e banners.

Na próxima matéria, falaremos das ações dos EES filiados da Unisol RS que estarão presentes no Forum Social Mundial, para atraírem visitantes para a loja solidária da Rede. O Fórum Social Mundial de Porto Alegre (RS) acontece de 16 a 23 de janeiro, na capital porto alegrense.

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Rede Ubasol e Economia Solidária de Ubatuba em ação pela Unisol SP e Unisol Brasil

CapaSol-770x428 Banner Credito Prefeitura Municipal de Ubatuba

No sábado, 03 de outubro, aconteceu o 1º Seminário da Rede Ubatuba de Economia Solidária (Ubasol), no Casarão do Porto (Praça Anchieta, 38), promovidos pela Unisol SP, Prefeitura de Ubatuba e com o apoio da Unisol Brasil.  A população foi convidada e participou deste importante momento da Ecosol no município litorâneo.  O assessor Wenderson Gasparotto, da Unisol BR, Ivo Pons, da Associação Design Possível, filiada da Unisol BR e o assessor técnico local Rafael Souza estiveram presentes à frente de atividades.

Desde 2014 os movimentos para a criação e consolidação da Rede vem sendo executados, com o envolvimento da Prefeitura de Ubatuba e da Unisol SP, dirigida por Leo Pinho. Veja aqui a participação do grupo um evento recente http://unisol.coop/gQ 

O objetivo do Seminário foi o de informar e capacitar todas as pessoas e empreendimentos interessados sobre as modalidades de formalização de atividades de economia solidária, que incluem cooperativas e associações de microempreendedores individuais (MEI), entre outros.

Também foram tratadas as características jurídicas e fiscais de cada modalidade e os potenciais para o desenvolvimento e fortalecimento desses empreendimentos nas políticas públicas do município como o PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar, PAA – Programa de Aquisição de Alimentos e feiras de economia solidária.

A rede Ubasol articula em cadeia produtiva vários segmentos de empreendimentos solidários relacionados entre si por sua atividade econômica ou identidade. Já fazem parte da rede agricultores familiares, pescadores artesanais, artesãos, costureiras e catadores de resíduos sólidos. Durante o seminário, realizou-se uma oficina para colher idéias para o desenvolvimento da logomarca da rede.

A Cooperativa de Recicláveis Coco e Cia é o primeiro empreendimento participante da rede que se formalizou nesse processo. “Produzir riqueza com responsabilidade social, respeito ao meio ambiente e inclusão produtiva são os objetivos da cooperativa Coco e Cia, em parceria com a Ubasol e a Prefeitura de Ubatuba”, conta Gilda Godoy, que integra a rede.

Ações da Rede Ubasol com cooperativas e EESs interessados em ecosol. Crédito: Wenderson Gasparotto/Unisol SP.
Seminário Ubasol com Rede Ubasol, EESs e participantes interessados em ecosol. Crédito: Wenderson Gasparotto/Unisol SP.

O seminário também levou uma discussão sobre a economia criativa, liderada por Pons. Na Unisol SP, este ano, fora criado o Setorial de Economia das Culturas e Criativa, a qual os educadores Eduardo Barbosa (Bob Controversista) e Erica Ribeiro são os articuladores de ações envolvendo os cinco setoriais agredados a este setorial maior – que agrega outros cinco setoriais de São Paulo: Cooperativismo Social, Artesanato, Segurança Alimentar, Confecção e Costura e Turismo. Veja mais nos Facebooks, página da Unisol SP http://unisol.coop/gN e grupo público do Setorial http://unisol.coop/gP. 

Diferentemente da economia tradicional, de manufatura, agricultura e comércio, a economia criativa foca no potencial para produzir bens e serviços criativos tangíveis e intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico.

Grande parte dessas atividades vem do setor de cultura, moda, design, música e artesanato. Outra parte é oriunda do setor de tecnologia e inovação, como o desenvolvimento de softwares, jogos eletrônicos e aparelhos de celular. Também estão incluídas as atividades de televisão, rádio, cinema e fotografia, além da expansão dos diferentes usos da internet, por exemplo.

Outras informações podem ser obtidas pelo email economiasolidaria.ubatuba@gmail.com ou com o assessor técnico da Unisol, Rafael Souza – (12) 98171-1982 ou 3833-3500.

Fontes: Unisol Brasil, Unisol SP, Site da Prefeitura de Ubatuba (SP).

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É neste sábado 12 de setembro, Feira ECOSOL na Av. Paulista (SP)

Feira Ecosol
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Neste sábado  12/09 acontece mais uma edição da Feira da Rede Saúde Mental Ecosol no Parque Mário Covas, na Avenida Paulista. Estarão presentes cerca de 45 barracas de artesanato que levarão bolsas, brinquedos, acessórios, bijus, decoração, encadernação e alimentação, das 10h às 17h.
Como nas edições passadas, haverão apresentações culturais agitando o evento: da banda de rock Compulsão Sonora; do “Desfile da Ramona”, apresentando produtos e roupas dos empreendimentos e a oficina ‘Da Terra à Face – de modelagem de argila, com o Bar Saci’.
A Feira tem a proposta de incluir e valorizar os produtos fabricados por pessoas em tratatamento de saúde mental, organizadas em grupos, associações e cooperativas.
Na edição de julho, um dos pontos altos da Feira foi o lançamento do vídeo Nau dos Insensatos, produzido pelo Sindicato dos Psicólogos de São Paulo (SINPSI), que teve a presença dos Produtores da VIATV e de Rogério Gianinni, presidente do SINPSI.
Gianinni apontou a importância do vídeo por ser conteúdo relevante para a Economia Solidária, assim como ressaltou o papel dos empreendimentos solidários da Rede, que são parte do movimento social que está mobilizando diversos bairros de São Paulo. Esta ‘onda solidária’ tem a perspectiva de ampliação dos direitos e de promoção da Inclusão Social pelo Trabalho para os cidadãos, outrora excluídos e à margem da sociedade.
Aqui você assiste ao Nau dos Insensatos, quinta edição de série exclusiva do SinPsi TV. Este  programa mostra como funciona o projeto de Economia Solidária desenvolvido com artesãos usuários da rede de atenção psicossocial da capital paulista.
Nesta edição de setembro você pode visitar os empreendimentos confirmados: Projeto Talento à Beça, Rádio Web Delírio Coletivo, Noeme’s Arts, Ecoarte Mel Chung, Associação Anima, + Artes, Dedicado ao Sabor, Fios e Nós, Q’Sabor, Reaprendendo a Viver, Tendarte Acessórios Femininos e Brinquedos Artesanais, Giro Dez, De Lá do Centro, Bibililica, Tear, ConfArt, Jutando os Cacos, Lírios do Brejo, Artes em Bordados, Feito Por Mim Dividido Por Nós, Ponto de Encontro, Teia de Trabalho, Oficina de Artesanato do CECCO Vila Guarani, Pão Com Ovo, Novelo Solidário, Fuxicaria da Dri, Grupo Colibri, Mãos de Ouro, Carinho Feito à Mão, Barcassa, Terapia do Sabor, Oficina de Bijuteria, Marcenaria e Costura do Instituto A Casa, O Bar Bibitantã, ADORO TUDO, Rango Monster, Livraria Louca Sabedoria, Cobra Criada, Arte Criativa e Marchetaria.
Esperamos você lá!
Fonte: Unisol SP e Unisol Brasil
 

 
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Feira ECOSOL na Av. Paulista se consolida no calendário da cidade

Feira ECOSOL 2
Crédito: Leo Pinho e equipe Unisol SP

 
No sábado, 04 de julho, aconteceu mais uma edição da Feira da Rede Estadual de Economia Solidária e Saúde, data esta em que se comemorou o Dia Internacional do Cooperativismo. O evento tem acontecido todos os meses no Parque Mário Covas, na Avenida Paulista, 1843. Leo Pinho, Secretário Geral e coordenador nacional do setorial de Cooperativismo Social da Unisol Brasil, é um dos organizadores e divulgadores da iniciativa. Pinho é entusiasta e defensor da humanização nos tratamentos de saúde mental, estando à frente na construção de políticas públicas municipais, estaduais e federais nesta área.
A Feira tem a proposta de incluir e valorizar os produtos fabricados por pessoas em tratatamento de saúde mental, organizadas em grupos, associações e cooperativas. Nesta edição, a animação ficou por conta da Festa Junina, com a tradicional quadrilha ‘inclusiva’, e das apresentações culturais, como a da Banda Compulsão Sonora, a da artista Rosa Oliveira, a exibição do filme “Nau dos Insensatos 5 – Economia Solidária”, e a Oficina de Argila, gratuita.
Veja aqui os empreendimentos participantes e se programe para visitar a próxima feira, dia 03 de agosto: Juntando os Cacos, Arteiros Aroma Brasil, Arrumação/Dedicado ao Sabor, Arrumação/+ Artes, Rede Prosol, Bibililica, Fantasiart, Grito, Artes em Bordados, Instituto Novelo Solidário, Barcassa, De la do centro, Grupo Colibri, Feito por mim, dividido por nós, Repireart, Vida Saudável, Antes Arte do que Tarde, Pastelaria Q’Sabor, Pão com Ovo, Artecer, Projeto Tear, Carinho feito à mão, Gera Arte, Conf.Arte, Radio Web Delírio Coletivo, Ponto de Encontro, Dora Artes, Projeto Crochê/ Marcenaria, Leriando Arte, Arte em marchetaria, GiroDez, Mãos de Ouro, Fios e Nós, O Bar Bibitantã.
Durante o evento, houve a cobertura colaborativa‬, acompanhando as atividades, e as fotos você pode conferir neste link https://flic.kr/s/aHskeViGEJ
Um dos pontos altos da Feira foi o lançamento do vídeo Nau dos Insensatos, produzido pelo Sindicato dos Psicólogos de São Paulo (SINPSI), que teve a presença dos Produtores da VIATV e de Rogério Gianinni, presidente do SINPSI.
Gianinni apontou a importância do vídeo por ser conteúdo relevante para a Economia Solidária, assim como ressaltou o papel dos empreendimentos solidários da Rede, que são parte do movimento social que está mobilizando diversos bairros de São Paulo. Esta ‘onda solidária’ tem a perspectiva de ampliação dos direitos e de promoção da Inclusão Social pelo Trabalho para os cidadãos, outrora excluídos e à margem da sociedade.
Confira abaixo Nau dos Insensatos, quinta edição de série exclusiva do SinPsi TV. Este novo programa mostra como funciona o projeto de Economia Solidária desenvolvido com artesãos usuários da rede de atenção psicossocial da capital paulista.
Clique aqui e assista agora.
Crédito: Leo Pinho e equipe Unisol SP.

 
Nau dos Insensatos é uma iniciativa do SinPsi em parceria com a ViaTv.
Assista abaixo as edições anteriores desta série, que é exclusiva do SinPsi TV.
1- Movimento OcupeAlesp
2- Consultório de Rua em São Bernardo do Campo (SP)
3- Medicalização
4- 2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia

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Delegação Italiana está no Brasil e é recebida e acompanhada pela Unisol Brasil

Brasil Italia visita ES mesa reuniao e produtos
A Unisol Brasil recebeu esta semana uma delegação italiana, das cidades de Trieste e Bolonha, que veio em função do Programa Brasil Próximo. O grupo está com uma agenda repleta de atividades e tem conhecido experiências e projetos ligados ao Cooperativismo Social.
Na segunda e terça-feira, ocorreram as visitas para ver de perto as experiências de empreendimentos econômicos solidários e ações de Políticas Públicas (PPs) em São Paulo, São Bernardo do Campo (SBC-SP) e Santo André (SP). Na quarta e nesta quinta-feiras, teve lugar o Seminário Brasil Próximo, em São Paulo. Na sexta-feira, 15, está prevista uma reunião do Comitê Gestor do PRONACOOP SOCIAL (veja matéria sobre este assunto neste link http://unisol.coop/g2)
O Programa Braços Abertos recebeu os visitantes na segunda. Em seguida, a ‎Nutrarte, de SBC (SP), recebeu a comitiva e promoveu uma ‘roda de conversa’. A Nutrarte tem por objetivo os projetos de geração de renda, trabalho e arte da Rede de Saúde Mental, disseminando-os para a comunidade. Iniciada por Stella Maris Pinheiro, Coordenadora do Serviço de Saúde Mental de SBC-SP, a roda discutiu a Rede de Atenção Psicosocial (RAPS) da cidade. Um destaque importante dado durante a palestra é que esta Rede não tem nenhuma parceria com as Comunidades Terapêuticas.
Na roda de conversa também se debateu as experiências de ‎Cooperativas Sociais‬ na Itália, em especial as das cidades de Trieste e Bolonha. Participaram também a Nexus Emilia Romagna (ER), Central de Cooperativas Italianas Legacoop (entidade da região de ER), Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), Coordenação Nacional de Saúde Mental, Instituto Integra (SP), Unisol Brasil e Unisol São Paulo‬.
Já no Seminário Brasil Próximo – Cooperativismo Social, Leo Pinho e convidados compuseram uma mesa pela Unisol Brasil e ‎Unisol São Paulo, com Alberto Alberani, representante da Legacoop. Na mesa coordenada por Roberto Tykanori Kinoshita, Coordenador Nacional de Saúde Mental, Alberani apontou a importância da organização das Centrais de Cooperativas e a necessidade das cooperativas sociais se afirmarem como atores econômicos. Já Pinho colocou três pontos centrais para a discussão política à partir de decisões governamentais: não cortar dos benefícios sociais e previdenciários para quem participa das‪ Cooperativas Sociais‬; o avanço no marco legal e no reconhecimento das experiências atuais dos empreendimentos solidários e a criação de uma Política Nacional de Apoio e Fomento para a incubação, formação e estruturação de Cooperativas Sociais.
Sobre o Programa Brasil Próximo
O Programa Brasil Próximo é resultado de acordos entre os governos do Brasil e da Itália e tem por objetivo viabilizar projetos de cooperação com foco no desenvolvimento local, em parceria com estados e municípios.
Em dezembro de 2009 foi instalada em Brasília a Comissão Intersetorial para a gestão do programa. Criada pelo Presidente da República do Brasil, a comissão tem a missão de coordenar o programa e é formada por representantes de 18 ministérios. O decreto determina ainda que a Secretaria-Geral da Presidência da República seja responsável pela secretaria executiva da comissão.
O processo que antecedeu a criação do programa caracterizou-se pela integração das experiências de cooperação dos estados da Itália central – Umbria, Marche, Toscana, Emilia-Romagna e Liguria.
O Brasil Próximo valorizou competências específicas e iniciou o intercâmbio de experiências de políticas públicas bem sucedidas brasileiras e experiências italianas no campo do desenvolvimento regional integrado, vistas como viáveis para serem implementadas em alguns territórios brasileiros.
Inspiradas pela visão comum de que “um novo mundo é possível” do primeiro Fórum Social Mundial de Porto Alegre (2000), os estados italianos, comprometidos com a promoção de parcerias no setor da economia social e cultura com os governos locais no Brasil, deram início ao intercâmbio de experiências sobre as questões do desenvolvimento econômico local, políticas sociais e culturais.

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Setorial de Cooperativismo Social da Unisol Brasil avança com o PRONACOOP em Brasília

Leo Pinho no MDS BSB 4
O PRONACOOP SOCIAL – Programa Nacional de Apoio ao ‪‎Cooperativismo Social esteve em discussão nesta quinta-feira, em Brasília‬. Leo Pinho, coordenador nacional do referido setorial na Unisol Brasil, se reuniu com representantes de diversos Ministérios.
A pauta foi sobre os Benefícios Sociais e Direitos Previdenciários e a vida produtiva dos usuários participantes dos projetos, oficinas e empreendimentos solidários, e a relação do trabalho em Associações e Cooperativas autogestionárias. Outro ponto importante levantado é a construção de agendas interministeriais, onde diversos ministérios se unam em torno de assuntos e objetivos comuns.
Houve a apresentação da Metodologia de Participação do Plano Plurianual (PPA 2016-2019), pelo Comitê Gestor do Pronacoop Social – Programa Nacional de Apoio ao Cooperativismo Social. Durante a reunião, Pinho destacou a ‘necessidade de mobilização e a participação social como fundamental para garantir direitos e ampliar as políticas públicas de apoio e fomento ao Cooperativismo e a Economia Solidária’.
Também estiveram presentes membros da Frente Estadual Antimanicomial de São Paulo e demais ativistas relacionados a esta causa. O encontro ocorreu no Ministério Do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

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Confesol realiza o III Seminário Nacional do Cooperativismo de Crédito Solidário com presença da Unisol Brasil e Arildo Mota

confesol

Arildo Mota, presidente da Unisol Brasil, está presente no evento. A Unisol Brasil é parte Unicopas (União Nacional das Organizações Cooperativas Solidárias), uma entidade que também conta com a participação da Unicafes (União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária) e da Concrab (Confederação das Cooperativas da Reforma Agrária do Brasil). A UNICOPAS tem como principal objetivo o fortalecimento da agricultura familiar.

III Seminário Nacional do Cooperativismo de Crédito Familiar e Solidário reúne em Brasília, no período de 14 a 16 de abril, mais de duzentas lideranças cooperativistas de todo o Brasil, para discutir os avanços e desafios do crédito solidário para a Agricultura Familiar. O evento contará com a presença dos diretores das cooperativas filiadas a Confesol, pertencentes às Centrais de Crédito Ascoob, Crehnor, Cresol Central, Cresol Sicoper e Central Cresol Baser.

Seminário apresenta uma programação envolvendo discussões e painéis com atores e parceiros do cooperativismo solidário, sendo que na abertura oficial ocorre a apresentação da pauta da UNICOPAS, mesa de honra, assinatura do termo de parceria entre Confesol e Sebrae Nacional e o lançamento da pauta do Cooperativismo Solidário.

Durante o dia 15 de abril serão realizados os painéis, com temas focados nas políticas públicas e o papel do cooperativismo solidário para promover o desenvolvimento rural sustentável, além de temas como os desafios da inclusão sócio financeira no Brasil e ainda a relação do cooperativismo de crédito e órgãos reguladores.

O Seminário conta também, no dia 16, com os trabalhos em grupos, que apresentarão as discussões sobre os desafios e perspectivas deste setor, se encerrando com a realização da Assembleia Geral da Confesol.

O que é o Confesol – Sistema Cooperativo de Economia Familiar e Solidária. Constituído e dirigido por agricultores familiares e trabalhadores urbanos. Integrados por meio de uma Confederação, Centrais de Crédito, Bases de Serviços Regionais e Cooperativa Singulares. Missão: promover a inclusão social, facilitando o acesso a produtos e serviços financeiros. E o fortalecimento e estímulo para a interação solidária entre os cooperados e suas organizações, visando o desenvolvimento local com sustentabilidade.

Veja aqui a programação completa do Seminário, que acontece no hotel Nacional, em Brasília.

Programação do 3º SEMINÁRIO NACIONAL DO COOPERATIVISMO – abril de 2015

Fontes: Confesol e Unisol Brasil

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Lindos Artesanatos no trabalho das cooperativas parte do Armazém das Oficinas

 
Artesanato Armazem CPQ
Você que aprecia peças artesanais e se engaja ou gostaria de se engajar no comércio justo e solidário, venha conhecer a variedade de produtos do Armazém das Oficinas, em Campinas (SP). Veja na galeria abaixo os belos itens parte da oferta do local.
A produção é fruto da importante experiencia envolvendo pessoas em tratamento de saúde mental e oferece a inclusão social pelo trabalho, numa parceria entre a Associação Cornélio Vlieg e o Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira. Esta semana, o Armazém recebeu a visita de Solange Lima, coordenadora do Projetos Redes, do Instituto Integra, também de São Paulo. Ela esteve acompanhada de Leo Pinho, Coordenador do Setorial de Cooperativismo Social e secretário-geral da Unisol Brasil e tesoureiro e parte da comissão fundadora da Unisol São Paulo.
No portfólio do Armazém são encontrados inúmeros artigos nas áreas de decoração e presentes, brindes corporativos, culinária para eventos, culinária nutricional, oficina agrícola, construção civil, oficina gráfica, ladrilho hidráulico, oficina de marcenaria, oficina mosaico, oficina papel, oficina serralheria, oficina velas, oficina vitral e vitral plano. O Armazém das Oficinas é um dos empreendimentos do Setorial de Cooperativismo Social da UNISOL Brasil.
Saiba mais em www.armazemoficinas.com.br