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Jornal Unisol Brasil chega à 25ª edição

A edição número 25 do Jornal Unisol Brasil traz como principal destaque os presentes da economia solidária para as festas de fim de ano e outras datas comemorativas. Na reportagem, mostramos alguns exemplos de objetos artesanais e industrializados produzidos por empreendimentos ligados à central de cooperativas.
Na reciclagem, o destaque é o trabalho realizado pela Febracom-RJ. Falamos da construção da primeira central de triagem de materiais recicláveis da capital fluminense além da participação de uma cooperativa ligada à Febracom em ações de geração de trabalho e renda no estado do Rio de Janeiro.
Conheça também a Copacaju, empreendimento fundado em 2005 e que reúne atualmente 360 famílias nordestinas de produtores de cajú.
Na seção Gente que Faz, conheça o trabalho realizado pelo artista plástico André Luis Campos Nunes. Idealizador do Projeto Cupins, em Santo André (SP), ele utiliza a arte como ferramenta de integração social e valorização de pessoas com transtornos mentais. Conheça também a história de Xorró, que divide a rotina de trabalhador em uma cooperativa de reciclagem com a de músico.
Ainda nesta edição, leia sobre a participação da Unisol Brasil em um evento da OIT (Organização Internacional do Trabalho), na Suíça. Na ocasião, o cooperativismo brasileiro foi representado por Arildo Mota Lopes, presidente da central de cooperativas.

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Ecobarreiras tem apoio da Febracom

Sistema segura o lixo que é recolhido e reciclado (Foto: Divulgação / Governo do Estado do RJ)
Sistema segura o lixo que é recolhido e reciclado (Foto: Divulgação / Governo do Estado do RJ)

O programa Ecobarreiras, implantado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) para despoluir rios, baías e lagoas no estado do Rio de Janeiro é uma iniciativa que conta com o apoio da Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis (Febracom), entidade filiada à Unisol Brasil.
A ação consiste na instalação de barreiras flutuantes que seguram dejetos como garrafas PET, plásticos em geral, papelão, entre outros, que flutuam nas águas. O material recolhido é todo reciclado por cooperativas de catadores ligadas à Febracom. O resultado dessa parceria é a geração de emprego e renda e também a redução da degradação do sistema hídrico do estado.
Em outra parceria, a  cooperativa coleta, por mês, nos municípios da região metropolitana do Rio, cerca de cem toneladas de resíduos sólidos como papel, papelão, plástico, PET, vidros, metais ferrosos e não ferrosos. A Febracom também contribui com o projeto Usina Verde, cuja meta é desenvolver tecnologia para implantação de Usinas de Recuperação Energética de resíduos sólidos urbanos e industriais.

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Irajá vai ganhar primeira central de triagem do Rio

Galpão terá capacidade de receber até 12 toneladas de material por dia
Galpão terá capacidade de receber até 12 toneladas de material por dia

O bairro do Irajá, no Rio de Janeiro (RJ), vai ganhar no próximo dia 12 de dezembro a primeira Central de Triagem de Recicláveis da capital fluminense. O galpão é equipado com esteiras, prensas, balanças e baias e comportará 200 trabalhadores em dois turnos, todos integrantes de seis empreendimentos filiados à Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis (Febracom).
Segundo o diretor administrativo da Febracom, Luiz Carlos Fernandes, o galpão tem capacidade para receber de 9 a 12 toneladas de material por dia. A construção foi feita pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) com recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A previsão é de que a Comlurb construa outros oito galpões em diversos bairros da cidade. A estrutura montada em Irajá servirá de base para as demais. “Com base na experiência adquirida na unidade de Irajá vamos definir como trabalhar nas outras que virão a seguir”, explica Fernandes.
Além de organizar a coleta seletiva no município, o objetivo da Febracom é aproveitar a estrutura montada para que as cooperativas trabalhem em conjunto e comercializem o material em rede, diretamente para a indústria. Numa segunda etapa, as cooperativas serão devidamente preparadas para agregarem valor ao material reciclável.
“Fomos contemplados com o Projeto Cataforte 3, do governo federal. Planejamos equilibrar a estrutura das cooperativas colocando-as no mesmo patamar e instalar maquinário para que elas mesmas processem o material e, dessa forma, passem a vender produtos de maior valor agregado. Já há um cronograma para isso. É um trabalho de médio prazo”.

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Governo federal divulga resultados finais do Cataforte 3

Foram selecionados os empreendimentos que apresentaram os melhores projetos
Foram selecionados os empreendimentos que apresentaram os melhores projetos

Dez empreendimentos ligados à Unisol foram selecionados para receber recursos do programa Cataforte 3, iniciativa do governo Federal que vai destinar R$ 200 milhões para projetos de capacitação e infraestrutura em associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis.
Os resultados finais da seleção foram divulgados no último dia 29 de outubro, no site da Secretaria-Geral da Presidência da República. A partir de agora, os empreendimentos serão convocados para a inclusão dos projetos no Sistema de Gestão de Convênios do governo federal, para então passar a receber o apoio do programa. No total, foram selecionados 33 projetos nesta terceira fase do Cataforte. O número de beneficiados, porém, será bem maior.
Um exemplo é o trabalho proposto pela Cooperfoz (Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reciclável da Foz do Rio Itajaí), de Santa Catarina. O projeto da cooperativa prevê a estruturação da rede de catadores Cooperhorizonte, que vai reunir 21 empreendimentos de 11 cidades catarinenses.
O trabalho será dividido em duas fases: a primeira, que inclui a padronização das cooperativas por meio da compra de equipamentos e projetos de infraestrutura, e a segunda, que prevê a expansão das atividades produtivas. “A rede vai trabalhar com a comercialização em rede, a verticalização da produção e a logística reversa”, destaca Daniel Tomazoni, assessor técnico da Unisol em Santa Catarina e responsável técnico pelo projeto.
Confira abaixo o nome dos dez empreendimentos selecionados no Cataforte 3:
RECICLAMP – COOPERATIVA CENTRAL DE COLETA E COMERCIALIZAÇÃO DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E REUTILIZÁVEIS DE CAMPINAS E REGIÃO
FEBRACOM – FEDERAÇÃO DE COOPERATIVAS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS, RECUPERAÇÃO, CONSERVAÇÃO AMBIENTAL, TRATAMENTO, MANIPULAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
COOPERFOZ – COOPERATIVA DE TRABALHO DOS CATADORES DE MATERIAL RECICLÁVEL DA FOZ DO RIO ITAJAÍ
COOPERLOL – COOPERATIVA DE TRABALHO DOS RECICLADORES DE ORLÂNDIA
REDESOL – COOPERATIVA CENTRAL REDE SOLIDÁRIA DOS TRABALHADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE MINAS GERAIS
COOPCAMATE – COOPERATIVA DOS CATADORES DE MATERIAIL RECICLÁVEL DE CANOAS LTDA
COOPERVAI – COOPERATIVA DE SELECAO DE MATERIAIS RECICLAVEIS E PRESTACAO DE SERVICOS DE PARANAVAI
ASSOCIAÇÃO DOS RECICLADORES DAS ÁGUAS LINDAS
COOPCENTRAL – COOPERATIVA CENTRAL DO COMPLEXO DE TRANSFORMAÇÃO DE MATERIAIS RECICLÁVEIS
CENTRALCOOP DF – CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DO DISTRITO FEDERAL